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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Poesia na Praça sete

Lançamento do livro Poesia na

Praça Sete – 1ª e 2ª Edição*.

Com os poetas participantes da 1ª e 2ª edição, do projeto "Poesia na Praça Sete", idealizado pelos poetas Rogério Salgado e Virgilene Araújo e realizado com os benefícios da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, ocorridas entre novembro/2006 a janeiro/2007 e agosto/2008 a janeiro/2009.
Dia 21 de agosto de 2009 - de 15 ás 18 horas, na Praça Sete de Setembro - quarteirão fechado entre a Rua Tamóios e Av. Afonso Pena.
Estarão se apresentando os poetas Deivid Junio e Luiz Leite. Nas Metáforas Poéticas – Sonoras e Criativas estará se apresentando Jackson Abacatu e convidados.

Poetas participantes do livro: Rogério Salgado, Virgilene Araújo, Cláudio Bento, Deiwson Magalhães, Graça Faisão, Heleide O. Santos, J. Franco, Jimi Vieira, Ênio, Júlio Emílio Tentaterra, Lis Monteiro, Lívia Tucci, Luiz Edmundo Alves, Márcia Simões, Marco Llobus, Milton César Pontes, Olegário Alfredo, Paulinho Andrade, Paulo César Barros, Ricardo Evangelista, Rodrigo Leste, Rodrigo Starling, Rosa Helena, Sidney do Carmo, Tânia Diniz, Terezinha Romão, Wagner Torres, Wilmar Silva, José Antônio Inácio, Wanderson Nov@ato, Wendell Quirino Pereira, Acácio Luiz Lopes, Jean Carlos, Santiago Dias, Cida Araújo, Adalgisa Manoel, Ana Alcântara, Toninho Leroy, Marco Alexandre, Eliane Fernandes, Luiz Antônio Leite, Márcia Araújo, Cláudio Márcio Barbosa, Guilherme Thiago, Luana Dandara, Valdinei do Carmo,Brenda Mar(que)s Pena, Jotagê, Dulce Batista, Bilá Bernardes e Said Oliveira.


quarta-feira, 3 de setembro de 2008

PERFORMANCE

Intervenção muda a rotina do Viaduto Santa Tereza

Nesta quinta-feira, dia 4, às 19h, o produtor de arte Marlon Penido e o artista Dama Dorme fazem a performance “Corpo Sujo”, no Viaduto Santa Tereza. O objetivo é realizar uma intervenção urbana, na qual pessoas do cotidiano do viaduto e artistas expressem livremente sua arte por meio do grafite e de outros tipos de manifestações artísticas contemporâneas.

Além de intervir no cotidiano dos transeuntes, a proposta é chamar a atenção das pessoas para a 1° Bienal de Graffite, que acontece na Serraria Souza Pinto até o dia 7 de setembro, com entrada gratuita.

Informações para a imprensa na Fundação Municipal de Cultura, telefones 3277-4620 ou 3277-4621.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Comunidade negra



Comunidade negra prepara encontro com
Márcio Lacerda e Roberto de Carvalho


Os integrantes da Comunidade Negra de Belo Horizonte marcaram encontro com os candidatos Márcio Lacerda e Roberto de Carvalho para entregar carta com os principais pontos para a criação de um Sistema Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial aos moldes do Sistema Nacional criado pelo governo federal.
A comunidade listou os seguintes elementos: a criação de uma Coordenadoria e o um Conselho Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial; a realização de Fórum Governamental de Promoção da Igualdade Racial e um Plano Municipal elaborado por meio de ampla discussão com a participação da PBH e de toda a sociedade civil.
A comunidade declara que BH é uma cidade onde 47% da população fazem parte de afro descendente.
O encontro acontecerá no dia 9 de setembro de 2008, a partir de 19 horas, na Avenida Afonso Pena, 1500 – 15º andar. Entrada mais que franca!

Poesia Sempre Viva!

Terças Poéticas de Setembro

O projeto Terças Poéticas continua firme em seu propósito de divulgar a poesia de qualidade. Em setembro foram escalados o poeta português E. M. de Melo e Castro e o mineiro Helton Gonçalves de Souza para hoje, dia 2, às 18h30, nos Jardins Internos do Palácio das Artes.
Para o dia 9 está reservado espaço para o poeta Ex kosta K que faz justa homenagem ao poeta modernista amazonense Raul Bopp, autor de Cobra Norato.
O trio Lecy pereira, Leonardo Magalhães e Rodrigo Starling se apresentam no dia 16 de setembro. E finalmente Neusa Ladeira homenageia Yêda Schmaltz no daí 23 de setembro.

Terças Poéticas
Horário: terça-feira, às 18h30
Local: Jardins Internos
Entrada franca.
Balcão de Informações: (31) 3236-7400
FUNDAÇÃO CLÓVIS SALGADO
Avenida Afonso Pena 1.537, Centro, CEP: 30130-004 - Belo Horizonte - MG -

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Letras

Prefeitura divulga o resultado dos Concursos Nacionais de Literatura

Dois dos mais tradicionais concursos de literatura do Brasil já conhecem os seus vencedores. A Prefeitura divulgou no Diário Oficial do Município (DOM) dos dias 22 e 23 de agosto os resultados dos Concursos Nacionais de Literatura Cidade de Belo Horizonte e João-de-Barro. O Cidade de Belo Horizonte contemplou nesta edição as categorias Romance, Poesia, Conto e Poesia – autor estreante, enquanto o João-de-Barro premiou obras juvenis.
Com a participação de jurados de todo o país e de autores que se inscrevem sob pseudônimos, o Cidade de Belo Horizonte completou 61 anos em 2008 premiando os vencedores com R$ 20 mil, exceto para a categoria Poesia - autor estreante, que recebeu R$ 10 mil.
Já o João-de-Barro deste ano contemplou as duas obras vencedoras com o prêmio de R$ 10 mil, sendo uma escolhida por um júri técnico, composto por três especialistas em literatura juvenil, e outra por uma comissão de adolescentes, formada por estudantes da Rede Municipal de Educação. Informações para a imprensa na Fundação Municipal de Cultura, telefones 3277-4620 ou 3277-4621. Confira a seguir os vencedores dos dois concursos.

Concurso Nacional de Literatura Cidade de Belo Horizonte:
Categoria Poesia: “A Outra Noite”, de Ana Martins Marques (Belo Horizonte)
Menções Honrosas: “A Batalha do Reino”, de Sílvio Roberto de Oliveira (Recife), e “A Infernização do Paraíso (Mina de Morro Velho: As Vísceras Douradas da Maldição), de Rodrigo Octávio Amarante Leste (Belo Horizonte)
Categoria Poesia - Autor Estreante: “Exílios Urbanos”, de Guilherme Trielli Ribeiro (Belo Horizonte)
Menções Honrosas: “Hamor”, José Juvino da Silva Júnior (Paulista – PE), “Diamantes e Dinamites”, Daniela Silveira dos Santos (Porto Alegre)
Categoria Romance: “O Vigia”, Ronaldo Costa Fernandes (Brasília)
Menções Honrosas: “Um Marinheiro, dois Infantes e um Fingidor”, de Jeter Jaci Neves (Belo Horizonte), e “Com que se pode jogar”, de Luci Collin (Curitiba).
Categoria Conto: “Contos do Norte”, de Jádson Barros Neves (Guaraí – TO)
Menções Honrosas: “Natureza Morta”, de Sílvio Rogério Silva (São Paulo), e “As Vísceras e os Ossos”, de José Humberto S. Henriques (Uberaba - MG).
Concurso Nacional de Literatura João-de-Barro
Júri adulto: “A Moça do Mercado Central”, de Stella Maris Rezende (Rio de Janeiro).
Menções honrosas: “Duda – Era um garoto que como eu amava a vida e coisa e tal”, de José Flávio de Freitas (Rio de Janeiro), e “A Casa do Sol Nascente”, de Ferruccio Verdolin Filho (Belo Horizonte).
Júri juvenil: “Tô Ligado”, Warley Matias de Souza (Sete Lagoas - MG)
Menções honrosas: “Duda – Era um garoto que como eu amava a vida e coisa e tal”, de José Flávio de Freitas (Rio de Janeiro), e “A Garota da Oceania”, de Carlos César Ferreira (Belo Horizonte).

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Manifesto dos jornalista profissionais brasileiros

Manifesto à Nação em defesa do Jornalismo, da Sociedade e da Democracia no Brasil
A sociedade brasileira está ameaçada numa de suas mais expressivas conquistas: o direito à informação independente e plural, condição indispensável para a verdadeira democracia.
O Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a julgar o Recurso Extraordinário (RE) 511961 que, se aprovado, vai desregulamentar a profissão de jornalista, porque elimina um dos seus pilares: a obrigatoriedade do diploma em Curso Superior de Jornalismo para o seu exercício. Vai tornar possível que qualquer pessoa, mesmo a que não tenha concluído nem o ensino fundamental, exerça as atividades jornalísticas.
A exigência da formação superior é uma conquista histórica dos jornalistas e da sociedade, que modificou profundamente a qualidade do Jornalismo brasileiro.
Depois de 70 anos da regulamentação da profissão e mais de 40 anos de criação dos Cursos de Jornalismo, derrubar este requisito à prática profissional significará retrocesso a um tempo em que o acesso ao exercício do Jornalismo dependia de relações de apadrinhamentos e interesses outros que não o do real compromisso com a função social da mídia.
É direito da sociedade receber informação apurada por profissionais com formação teórica, técnica e ética, capacitados a exercer um jornalismo que efetivamente dê visibilidade pública aos fatos, debates, versões e opiniões contemporâneas. Os brasileiros merecem um jornalista que seja, de fato e de direito, profissional, que esteja em constante aperfeiçoamento e que assuma responsabilidades no cumprimento de seu papel social.
É falacioso o argumento de que a obrigatoriedade do diploma ameaça as liberdades de expressão e de imprensa, como apregoam os que tentam derrubá-la. A profissão regulamentada não é impedimento para que pessoas - especialistas, notáveis ou anônimos - se expressem por meio dos veículos de comunicação. O exercício profissional do Jornalismo é, na verdade, a garantia de que a diversidade de pensamento e opinião presentes na sociedade esteja também presente na mídia.
A manutenção da exigência de formação de nível superior específica para o exercício da profissão, portanto, representa um avanço no difícil equilíbrio entre interesses privados e o direito da sociedade à informação livre, plural e democrática.
Não apenas a categoria dos jornalistas, mas toda a Nação perderá se o poder de decidir quem pode ou não exercer a profissão no país ficar nas mãos destes interesses particulares. Os brasileiros e, neste momento específico, os Ministros do STF, não podem permitir que se volte a um período obscuro em que existiam donos absolutos e algozes das consciências dos jornalistas e, por conseqüência, de todos os cidadãos!
FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas
Sindicatos de Jornalistas de todo o Brasil

Manifesto dos jornalista profissionais brasileiros

Manifesto à Nação em defesa do Jornalismo, da Sociedade e da Democracia no Brasil
A sociedade brasileira está ameaçada numa de suas mais expressivas conquistas: o direito à informação independente e plural, condição indispensável para a verdadeira democracia.
O Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a julgar o Recurso Extraordinário (RE) 511961 que, se aprovado, vai desregulamentar a profissão de jornalista, porque elimina um dos seus pilares: a obrigatoriedade do diploma em Curso Superior de Jornalismo para o seu exercício. Vai tornar possível que qualquer pessoa, mesmo a que não tenha concluído nem o ensino fundamental, exerça as atividades jornalísticas.
A exigência da formação superior é uma conquista histórica dos jornalistas e da sociedade, que modificou profundamente a qualidade do Jornalismo brasileiro.
Depois de 70 anos da regulamentação da profissão e mais de 40 anos de criação dos Cursos de Jornalismo, derrubar este requisito à prática profissional significará retrocesso a um tempo em que o acesso ao exercício do Jornalismo dependia de relações de apadrinhamentos e interesses outros que não o do real compromisso com a função social da mídia.
É direito da sociedade receber informação apurada por profissionais com formação teórica, técnica e ética, capacitados a exercer um jornalismo que efetivamente dê visibilidade pública aos fatos, debates, versões e opiniões contemporâneas. Os brasileiros merecem um jornalista que seja, de fato e de direito, profissional, que esteja em constante aperfeiçoamento e que assuma responsabilidades no cumprimento de seu papel social.
É falacioso o argumento de que a obrigatoriedade do diploma ameaça as liberdades de expressão e de imprensa, como apregoam os que tentam derrubá-la. A profissão regulamentada não é impedimento para que pessoas - especialistas, notáveis ou anônimos - se expressem por meio dos veículos de comunicação. O exercício profissional do Jornalismo é, na verdade, a garantia de que a diversidade de pensamento e opinião presentes na sociedade esteja também presente na mídia.
A manutenção da exigência de formação de nível superior específica para o exercício da profissão, portanto, representa um avanço no difícil equilíbrio entre interesses privados e o direito da sociedade à informação livre, plural e democrática.
Não apenas a categoria dos jornalistas, mas toda a Nação perderá se o poder de decidir quem pode ou não exercer a profissão no país ficar nas mãos destes interesses particulares. Os brasileiros e, neste momento específico, os Ministros do STF, não podem permitir que se volte a um período obscuro em que existiam donos absolutos e algozes das consciências dos jornalistas e, por conseqüência, de todos os cidadãos!
FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas
Sindicatos de Jornalistas de todo o Brasil
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